terça-feira, 14 de abril de 2015

Copa América 1995: Uruguai x Brasil


23.07.95 Montevideo, Centenario 
(60,000) Arturo Brizio Carter MEX, 

URU: Alvez - Méndez, Herrera, Moas, Silva (Adinolfi) - Dorta (Bengoechea),  Gutiérrez, Poyet, Francéscoli - Fonseca (Martínez), Otero 

BRA: Taffarel - Jorginho, Aldair, André Cruz,  Roberto Carlos - Dunga, César Sampaio, Juninho (Beto), Zinho - Edmundo, Tulio 

Narração: inglês

Copa América 1995: Brasil x EUA

Data (Date): 20-07-1995
Competição (Competition): Copa América
Local (Venue): Estádio Domingo Burgueño
Cidade (City): Maldonado (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Alfredo Rojas (Equador/Ecuador)

Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Aldair, André Cruz, Roberto Carlos, Leandro Ávila (Beto), Dunga, Juninho Paulista, Zinho, Edmundo, Sávio (Túlio). Técnico (Coach): Zagallo

Estados Unidos (USA): Friedel, Burns, Dooley, Lalas,  Caligiuri - Harkes, Cobi Jones (Klopas), Stewart, Ramos -  Moore, Wynalda (Sorber). Técnico (Coach): Steve Sampson

Narração: português

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Copa América 1995: Brasil x Argentina

Data (Date): 17-07-1995
Competição (Competition): Copa América
Local (Venue): Estádio Atilio Paiva Oliveira
Cidade (City): Rivera (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Alberto Tejada (Peru)

Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Aldair, André Cruz, Roberto Carlos, César Sampaio, Dunga, Juninho Paulista, Leonardo (Túlio),  Edmundo, Sávio. Técnico (Coach): Zagallo

Argentina: Cristante, Zanetti, Fabbri, Cáceres, Chamot - Astrada, Simeone, Ortega (Pérez), Borrelli -  Balbo (Acosta), Batistuta (Ayala). Técnico (Coach): Daniel Passarella

Narração: português

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Copa América 1995: Brasil x Colômbia

Data (Date): 13-07-1995
Competição (Competition): Copa América
Local (Venue): Estádio Atilio Paiva Oliveira
Cidade (City): Rivera (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Ernesto Filippi (Uruguai/Uruguay)

Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Aldair, André Cruz, Roberto Carlos, César Sampaio, Dunga, Juninho Paulista, Leonardo, Edmundo (Túlio), Sávio. Técnico (Coach): Zagallo

Colômbia (Colombia): Higuita, Santa, Mendoza,  Bermúdez, Cabrera - Gavíria (Lozano), Álvarez,  Valderrama, Rincón - Aristizábal (León), Asprilla. Técnico (Coach): Hernán Darío Gómez

Narração: português

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Copa América 1995: Brasil x Peru

Data (Date): 10-07-1995
Competição (Competition): Copa América
Local (Venue): Estádio Atilio Paiva Oliveira
Cidade (City): Rivera (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Félix Benegas (Paraguai/Paraguay)

Brasil (Brazil): Dida, Jorginho, Aldair, Ronaldão, Roberto Carlos, César Sampaio, Dunga, Juninho Paulista, Zinho, Edmundo, Sávio. Técnico (Coach): Zagallo

Peru: Miranda, Carranza, Soto, Dulanto,  Olivares - del Solar, Rodríguez (Soto),  Palacios, Pinillos (Ramírez) - Baroni,  Carthy (Rivera). Técnico (Coach): Miguel Company

Narração: português

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Copa América 1995: Brasil x Equador

Data (Date): 07-07-1995
Competição (Competition): Copa América
Local (Venue): Estádio Atilio Paiva Oliveira
Cidade (City): Rivera (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Javier Castrilli (Argentina)

Brasil (Brazil): Dida, Jorginho, Aldair, Ronaldão, Roberto Carlos, César Sampaio (Leandro Ávila), Dunga, Juninho Paulista, Zinho, Edmundo (Ronaldo), Túlio (Sávio). Técnico (Coach): Zagallo 

Equador (Ecuador): Morales, Guamán, Hurtado, Tenorio,  Capurro - Quiñónez, Carabalí, Mora (Asencio), Aguinaga -  Díaz (Hurtado), Eduardo Hurtado. Técnico (Coach): Francisco Maturana

Narração: 

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As veias abertas da bola


Hoje, despediu-se de nossa realidade um desses nomes que embelezam o futebol. Não pelos gols que fez, pois não marcou nenhum que tenha ficado conhecido. Não pelos passes que deu, pois também se desconhece que tenha contribuído com alguma dessas obras. Nem mesmo pelas defesas que salvaram seu time, uma vez que não há momento histórico que marque alguma comoção por seu ato de coragem embaixo das traves. 

Não. Este homem nunca criou dentro de campo a fantasia que nos entrete quase todos os dias, mas ele embelezou o jogo usando palavras e idéias. Eduardo Galeano, um gênio da escrita, nos deixou hoje. Seu militarismo social, ganhou muitas vezes eco ao usar o futebol como metáfora, desafiando a concepção do ópio do povo. Ele entendia o futebol como o cenário onde a beleza e a feiúra de nossa vida tomam lugar de maneira indistinguível. Onde a ganância dos poderosos, que criam no futebol sua máquina de poder e dinheiro, se torna esquecida pela fantasia que um garoto é capaz de realizar com a bola, enlevando a todos os espíritos, comungando multidões, em um só grito de alegria ou tristeza. Como poucos, Galeano soube conferir às imagens que formam uma partida desse esporte, um texto fantasista que realçava sua beleza e minorava suas feiúras, porém sem escondê-las. Abaixo uma amostra desse seu poder, num texto presente no livro Futebol ao sol e à sombra. Adeus Galeano, ficamos mais tristes sem suas palavras e o futebol mais pobre sem um de seus melhores testigos.

O futebol

A história do futebol é uma triste
viagem do prazer ao dever. Ao mesmo
tempo em que o esporte se tornou
indústria, foi desterrando a beleza que
nasce da alegria de jogar só pelo
prazer de jogar. Neste mundo do fim de
século, o futebol profissional condena
o que é inútil, e é inútil o que não é
rentável. Ninguém ganha nada com essa
loucura que faz com que o homem seja
menino por um momento, jogando como o
menino que brinca com o balão de gás e
como o gato brinca com o novelo de lã:
bailarino que dança com uma bola leve
como o balão que sobe ao ar e o novelo
que roda, jogando sem saber que joga,
sem motivo, sem relógio e sem juiz.
O jogo se transformou em
espetáculo, com poucos protagonistas e
muitos espectadores, futebol para
olhar, e o espetáculo se transformou
num dos negócios mais lucrativos do
mundo, que não é organizado para ser
jogado, mas para impedir que se jogue.
A tecnocracia do esporte profissional
foi impondo um futebol de pura
velocidade e muita força, que renuncia
à alegria, atrofia a fantasia e proíbe
a ousadia.
Por sorte ainda aparece nos campos,
embora muito de vez em quando, algum
atrevido que sai do roteiro e co comete o
disparate de driblar o time adversário
inteirinho, além do juiz e do público
das arquibancadas, pelo puro prazer do
corpo que se lança na proibida aventura
da liberdade.

domingo, 12 de abril de 2015

Campeonato Italiano 1989-90: Milan x Fiorentina (compacto de 40 mins)

 24 settembre 1989
San Siro, Milano
Arbitro: Agnolin

MILAN: G. Galli, Tassotti, P. Maldini, Fuser  (Colombo), F. Galli, Baresi, Stroppa, Rijkaard,  Borgonovo (Evani), Ancelotti, Simone - All.: Sacchi 

FIORENTINA: Landucci, Pioli, Volpecina, Iachini, Pin,  Battistini, Dell'Oglio, Dunga, Dertycia, Baggio (Faccenda),  Di Chiara (Buso) - All.: Giorgi

Narração: italiano

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Campeonato Espanhol 1999-2000: Deportivo La Coruña x Real Madrid


Riazor, La Coruna

La Coruna:  Songo'o, Pablo, Romero, Donato, Schürrer, Jaime, Mauro Silva, Djalminha (Flores),  Fran (Fernando),Víctor, Makaay (Pauleta)

Real Madrid: Casillas, Salgado, Roberto Carlos, Hierro, Sanchis, Helguera (Ognjenovic), Karanka,  Redondo, Guti (McManaman), Raúl, Morientes (Meca)

Narração: espanhol


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Campeonato Italiano 1989-90: Roma x Napoli (compacto de 30 mins)

08 Ottobre 1989
Flaminio,  Roma
Arbitro: Magni (Bergamo).

Roma: Cervone, Pellegrini, Nela, Manfredonia  (Cucciari), Berthold, Comi, Desideri, Di Mauro,  Voeller, Giannini, Rizzitelli. All.: Radice

Napoli: Giuliani, Ferrara, Francini, Crippa  (Mauro), Alemao (Corradini), Baroni, Fusi,  De Napoli, Careca, Maradona, Carnevale. All.: Bigon

Narração: italiano

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