quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Amistoso 1994: Brasil x El Salvador
Data (Date): 12-06-1994
Competição (Competition): amistoso (friendly)
Local (Place): Estádio Bulldog
Cidade (City): Fresno (Estados Unidos/USA)
Árbitro (Referee): Brian Hall (Estados Unidos/USA)
Brasil (Brazil): Zetti, Jorginho, Ricardo Rocha,
Ricardo Gomes (Márcio Santos), Leonardo (Branco),
Mauro Silva (Raí), Dunga, Mazinho, Zinho, Bebeto
(Viola), Romário (Müller).
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
El Salvador: Meléndez, Game (Cruz), Joya (Portillo),
Triguero, Carcamo - Estrada, Bartez (Vasquez),
Cienfuegos, Contreras (Henriquez) - Diaz Arce,
Salvador (Herrera). Técnico (Coach): Kiril Dojcinovski
Narração: português
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http://www.multiupload.com/B7ZO30F1M5
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http://www.multiupload.com/14RRU1DX6F
http://www.multiupload.com/9N9FKFP5Q7
http://www.multiupload.com/GL0V6GN1D1
Ps: Thanks Zilvinho!!!!
Amistoso 1994: Brasil x Honduras
Data (Date): 08-06-1994
Competição (Competition): amistoso (friendly)
Local (Place): Estádio Jack Murphy
Cidade (City): San Diego (Estados Unidos/USA)
Árbitro (Referee): Brian Hall (Estados Unidos/USA)
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho (Cafu), Aldair,
Ricardo Gomes (Márcio Santos), Leonardo, Mauro Silva,
Dunga, Raí, Zinho (Müller), Bebeto (Ronaldo),
Romário (Viola). Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Honduras: V, Cruz, William Garcia, J. Castro,
Cruz - Peralta, Calix (González), Rochez (Ariola),
Obando (Pavón) - Flores (Nuñez), Suazo
Técnico (Coach): Angel Rodriguez
Narração: português
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http://www.multiupload.com/9RYHKX2U1G
http://www.multiupload.com/KVIW2TICGU
http://www.multiupload.com/HM5B9JJ2UD
http://www.multiupload.com/IPVLMLYKSO
http://www.multiupload.com/B26H92ZIBX
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PS: Thanks Zilvinho!!!!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Amistoso 1994: Brasil x Canadá
Data (Date): 05-06-1994
Competição (Competition): amistoso (friendly)
Local (Place): Commonwealth Stadium
Cidade (City): Edmonton (Canadá/Canada)
Árbitro (Referee): Marrufo Mendoza (México/Mexico)
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho (Cafu),
Aldair (Márcio Santos), Ricardo Gomes,
Leonardo, Mauro Silva (Mazinho), Dunga,
Raí (Paulo Sérgio), Zinho, Bebeto, Romário
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Canadá (Canada): Forrest, Watson, Samuel,
Yallop, Fraser - Dasovic (Dolliscati),
Miller, Limniatis (Hooper), Carter (Aunger) -
Corazzin (Catliff), Mobilio (Berdusco)
Técnico (Coach): Bob Lenarduzzi
Narração: português
domingo, 18 de dezembro de 2011
Férias
Olá a todos, estou entrando de férias e o blog comigo. Talvez alguns posts surjam eventualmente neste período, mas certamente o número diminuirá nos próximos dias. Voltarei apenas em março. Assim, boas festas a todos e até a volta!
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Amistoso 1966: Atlante (Mex) x Santos
30/08/1966
Atlante: Orvañanos, Marco Antonio, Larrasolo,
Medina, Roca, Sanchez, Desachi, Alvarado, Boggio,
Escalante, Hernandez.
Santos: Gilmar, Carlos Alberto, Oberdan, Orlando,
Lima, Joel, Mengálvio, Da Silva, Toninho, Pelé, Edu.
Narração: espanhol
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Pelé,
Santos
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Venham assistir ao maior espetáculo da Terra...
"Recebemos uma verdadeira aula de como jogar futebol...". Essa frase parece e é um dejá vu. O texto copiado não veio da frase de Neymar após a final do Mundial de Clubes contra o Barcelona. Não se refere a Messi e companheiros. Esta frase é um trecho de uma entrevista dada pelo lateral inglês Phil Neal, que militou pelo Liverpool nos anos 80. Neal, participante da final interclubes contra o Flamengo, se referia ao futebol praticado pelo rubro-negro. Hoje, esta frase veio à tona na declaração do atacante santista e coloca o futebol brasileiro numa posição diametralmente oposta daquela que costumava estar. Mas ela não poderia ser mais verdadeira.
Assim como o mesmo Santos FC já foi chamado, nos anos 60, de "O maior espetáculo da Terra", o Barcelona atual não merece uma alcunha menor. Passaram-se muitos anos em que o futebol assistiu equipes boas, mas nenhuma que manteve uma hegemonia baseada na qualidade de seu jogo. Nenhuma que encantasse tão frequentemente quanto este Barcelona. O jogo que os catalães desfilam quase todas as partidas parecia pertencer às imagens em preto e branco de um passado romântico. Impossível de ser retomado.
No entanto, essa equipe escreve uma história nos últimos dois anos que ainda não está finda e que provavelmente renderá a ela um lugar entre os imortais do imaginário do futebol. Mas, mais do que isso, certamente o Barcelona será o único entre os gigantes que estará associado a um estilo que é seu sinônimo. Se perguntado sobre Santos de Pelé, Real Madrid de Di Stefano, Ajax de Cruyff ou o Milan dos holandeses, provavelmente um admirador não saberá associar um estilo tão inconfundível como é possível fazer com o Barcelona. Enquanto essas equipes se caracterizaram pela presença de monstros sagrados, o Barcelona conjuga isso, com Lionel Messi, ao seu toque e posse de bola. Ao trato inigualável que envolve todos os adversários como se fossem equipes menores. Talvez, o Ajax, não por acaso, seja o que mais se aproxima da mesma identidade. Justamente porque o DNA do Barça é derivado dos holandeses. Afinal este Barça foi cunhado pelas idéias do gênio dos Países Baixos, Johann Cruyff. Já escrevi diversas vezes neste blog como a política de formação de jogadores blaugrana é admirável e de como a paixão pelo futebol nutre as veias deste clube e das suas jovens promessas.
O Barcelona me devolveu nestes anos a alegria de ver o futebol como algo além de uma competição. Me deu momentos em que aplaudia de pé suas jogadas, como costumei fazer um dia com os jogos e jogadores do Brasil. Assim como minha identidade futebolista se inicia com o time brasileiro de 82 e o Flamengo de Zico, não posso deixar de prestar minhas homenagens àquele que é o maior espetáculo da Terra nos dias de hoje. Ver o Barcelona é um privilégio que, um dia, poderemos sentir da mesma maneira que imagino sentiram aqueles que viram o Santos, o Real e o Ajax jogar. Ver este Barça é acreditar que em meio ao cinismo do mundo atual ainda é possível se criar a arte apenas pela arte.
Vizca Barça!
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Amistoso 1994: Brasil x Islândia
Data (Date): 04-05-1994
Tipo (Class): amistoso oficial (official friendly)
Local (Place): Estádio da Ressacada
Cidade (City): Florianópolis (Brasil/Brazil)
Árbitro (Referee): Dalmo Bozzano (Brasil/Brazil)
Brasil (Brazil): Zetti, Jorginho (Cafu),Márcio Santos,
Aldair, Branco (Leonardo), Dunga, Mazinho (César Sampaio),
Paulo Sérgio, Zinho (Sávio), Ronaldo, Viola (Túlio)
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Islândia (Iceland): Birkir Kristinsson (Finbogsson),
Tervic, Runar Kristinsson (Gretarsson), K. Jonsson,
Stefansson - Sigurdur Jonsson (Egilsson), Thurtarsson,
I. Thordasson (Gislansson), Gudjohnsen - Sverisson,
A. Gunnlaugsson (Bjarki Gunnlaugsson)
Técnico (Coach): Asgeir Eliasson
Narração: português
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PS: Thanks Zilvinho!!!!
Campeonato Brasileiro 1992: Flamengo x Vasco (2a fase)

01/07/1992
Maracanã
Árbitro: Márcio Resende de Freitas
Vasco: Régis, Luis C. Winck, Jorge Luiz, Tinho,
Eduardo, Luizinho, William (Cássio), Flávio,
Bismarck, Edmundo, Bebeto. Tec: Nelsinho.
Flamengo: Gilmar, Charles Guerreiro, Júnior Baiano,
Wilson Gottardo, Piá, Uidemar, Júnior, Nélio, Zinho,
Paulo Nunes (Fabinho), Gaúcho (Marcelinho).
Tec: Carlinhos.
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O Rei Barça e o futebol brasilieiro

Desde que o Barcelona venceu a Liga dos Campeões, já tendo àquela época o Santos sido campeão da Libertadores, a imprensa brasileira passou a nutrir o clima da final do Mundial de Clubes.
Usando do exagero típico de nosso tempo, marcado pela carência da qualidade do futebol brasileiro, se tentou implantar a idéia de que o representante brasileiro seria capaz de vencer o Barça, mostrando que o sucesso dos europeus, era apenas feito de louros locais. Era como se o Barça fosse defrontar o épico Santos de Pelé e não a atual safra de jogadores brasileiros, concentrada sobretudo num jogo físico e sem qualidade.
Acabou a partida, 4x0 para os catalães. Entre as autocríticas estão algumas corretas. A principal delas é o óbvio: que não existe forma de comparar as duas equipes. Elas pertencem a escalas distintas. O Barça não fez uma partida brilhante, apenas jogou mais um de seus jogos. Como faz contra Getafe, Manchester United, Real Madrid, Milan, teve mais de 70% da posse de bola, criou mais de uma dúzia de oportunidades de gol. Ao Santos, coube apenas o jogo que podia desempenhar diante de um adversário nitidamente superior. Outras dessas autocríticas são vazias: concentram-se numa ilusão de que faltou garra, de que o Santos igualaria o Barcelona mostrando força. De que faltou força psicológica.
Vamos colocar as coisas em pratos limpos: este jogo representou bem o atual momento do futebol nacional dentro de um contexto de competição mundial. Nossos times são mesmo fracos, pois nos falta qualidade. Vemos isso refletido na seleção nacional. Esse momento levou-nos a aceitar como craques jogadores que ainda estão em formação. Precisamos entender que o que o Barcelona ensina é da possibilidade de ser vencedor homenageando o futebol. Buscando na harmonia de um conjunto soberbo e na qualidade de craques reais como Messi, Xavi e Iniesta, uma dinâmica tão simples que parece respirar.
Nós temos que refletir nossos caminhos recentes. O futebol brasileiro esqueceu da formação de jogadores, sobretudo de meio-campistas, que prezem a qualidade do jogo. Não podemos apenas ter defensores e atacantes. Não podemos acreditar que uma partida pode apenas ser decidida em lances fortuitos e contra-ataques. Não é nosso futebol. No entanto, perdemos a filosofia. E o Barcelona nos ensina como acreditar em seus princípios, além das vitórias, traz o orgulho de saber que se faz o que se gosta e que isso diverte muitos.
Usando do exagero típico de nosso tempo, marcado pela carência da qualidade do futebol brasileiro, se tentou implantar a idéia de que o representante brasileiro seria capaz de vencer o Barça, mostrando que o sucesso dos europeus, era apenas feito de louros locais. Era como se o Barça fosse defrontar o épico Santos de Pelé e não a atual safra de jogadores brasileiros, concentrada sobretudo num jogo físico e sem qualidade.
Acabou a partida, 4x0 para os catalães. Entre as autocríticas estão algumas corretas. A principal delas é o óbvio: que não existe forma de comparar as duas equipes. Elas pertencem a escalas distintas. O Barça não fez uma partida brilhante, apenas jogou mais um de seus jogos. Como faz contra Getafe, Manchester United, Real Madrid, Milan, teve mais de 70% da posse de bola, criou mais de uma dúzia de oportunidades de gol. Ao Santos, coube apenas o jogo que podia desempenhar diante de um adversário nitidamente superior. Outras dessas autocríticas são vazias: concentram-se numa ilusão de que faltou garra, de que o Santos igualaria o Barcelona mostrando força. De que faltou força psicológica.
Vamos colocar as coisas em pratos limpos: este jogo representou bem o atual momento do futebol nacional dentro de um contexto de competição mundial. Nossos times são mesmo fracos, pois nos falta qualidade. Vemos isso refletido na seleção nacional. Esse momento levou-nos a aceitar como craques jogadores que ainda estão em formação. Precisamos entender que o que o Barcelona ensina é da possibilidade de ser vencedor homenageando o futebol. Buscando na harmonia de um conjunto soberbo e na qualidade de craques reais como Messi, Xavi e Iniesta, uma dinâmica tão simples que parece respirar.
Nós temos que refletir nossos caminhos recentes. O futebol brasileiro esqueceu da formação de jogadores, sobretudo de meio-campistas, que prezem a qualidade do jogo. Não podemos apenas ter defensores e atacantes. Não podemos acreditar que uma partida pode apenas ser decidida em lances fortuitos e contra-ataques. Não é nosso futebol. No entanto, perdemos a filosofia. E o Barcelona nos ensina como acreditar em seus princípios, além das vitórias, traz o orgulho de saber que se faz o que se gosta e que isso diverte muitos.
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sábado, 17 de dezembro de 2011
Campeonato Paulista 1990: Bragantino x Novorizontino (2o jogo final)

BRAGANTINO 1x1 NOVORIZONTINO
LOCAL: Estádio Marcelo Stefani, Bragança Paulista
PÚBLICO: 15 mil pagantes
ARBITRO: José Aparecido de Oliveira
BRAGANTINO: Marcelo; Gil Baiano, Junior,
Carlos Augusto e Biro-Biro; Mauro Silva
(Franklin), Ivair, Mazinho (Robert) e Tiba;
Mário e João Santos. Téc.: Vanderlei Luxemburgo.
NOVORIZONTINO: Mauricio; Odair (Edmilson),
Fernando, Marcio Santos e Luis Carlos Goiano;
Marcão, Tiãozinho e Édson; Barbosa, Roberto Cearense
(Flávio) e Robson. Téc.: Nelsinho Baptista.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Eliminatórias para a Copa do Mundo 1993: Brasil x Equador

Data (Date): 22-08-1993
Competição (Competition): Eliminatórias da Copa do Mundo (World Cup Qualifying)
Local (Place): Estádio do Morumbi
Cidade (City): São Paulo (Brasil/Brazil)
Árbitro (Referee): José J. Torres Cádena (Colômbia/Colombia)
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Márcio Santos,
Ricardo Gomes, Branco (Cafu), Mauro Silva, Raí
(Palhinha), Dunga, Zinho, Bebeto, Müller.
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Equador (Ecuador): Espinoza, Coronel, Ivan Hurtado,
Capurro, Chala - Máximo Tenorio, Carabali, Carcelén,
Fernandez (Gavica) - Muñoz (Raul Avilés),
Eduardo Hurtado. Técnico (Coach): Dusan Draskovic
Narração: português
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Eliminatórias para a Copa do Mundo 1993: Uruguai x Brasil

Data (Date): 15-08-1993
Competição (Competition): Eliminatórias da Copa do Mundo (World Cup Qualifying)
Local (Place): Estádio Centenário
Cidade (City): Montevidéo (Uruguai/Uruguay)
Árbitro (Referee): Juan Bava (Argentina)
Uruguai (Uruguay): Siboldi, Sanguinetti, Sanchez,
Kanapkis, Cabrera - Moran, Ostolaza (Zalazar),
Francéscoli - Aguilera, Fonseca, Rubén Sosa
Técnico (Coach): Luis Cubilla
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Ricardo Rocha,
Márcio Santos, Branco, Mauro Silva, Dunga, Rai,
Zinho, Bebeto (Valdeir), Müller (Antônio Carlos)
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Narração: português
PS: Thnaks Zilvinho !!
domingo, 11 de dezembro de 2011
Amistoso 1993: Brasil x México

Data (Date): 08-08-1993
Competição (Competition): amistoso (friendly)
Local (Place): Estádio Rei Pelé
Cidade (City): Maceió (Brasil/Brazil)
Árbitro (Referee): José Aparecido de Oliveira (Brasil/Brazil)
Brasil (Brazil): Taffarel, Cafu, Márcio Santos,
Ricardo Rocha, Branco, Mauro Silva, Dunga,
Palhinha, (Valdo), Elivélton (Valdeir), Raí,
Müller. Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
México (Mexico): Campos, Herrera, Suarez,
Juan Ramirez, R. Ramirez - Ambriz, Garcia Aspe,
Galindo (Del Olmo), Patiño (Rodriguez) -
Guzman, Zaguinho. Técnico (Coach): Miguel Mejia Barón
Narração: português
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Eliminatórias para a Copa do Mundo 1993: Venezuela x Brasil

Data (Date): 01-08-1993
Competição (Competition): Eliminatórias da Copa do Mundo (World Cup Qualifying)
Local (Place): Estádio Pueblo Nuevo de Tachira
Cidade (City): San Cristóbal (Venezuela)
Árbitro (Referee): Armando Perez Hoyos (Colômbia/Colombia)
Venezuela: Gomez, Filosa, Héctor Rivas,
Gonzalez, Mathias - Rodriguez, Hernandez,
Echenaussi, Chacon - Stalin Rivas (Contreras),
Dolgetta (Juan Garcia)
Técnico (Coach): Radomir Dujkovic
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho,
Márcio Santos, Ricardo Rocha, Branco,
Mauro Silva, Dunga, Raí (Palhinha),
Elivélton, Bebeto, Careca (Evair)
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Narração: português
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http://www.multiupload.com/BFUTBCL29J
http://www.multiupload.com/RE4N5CGXI4
http://www.multiupload.com/P4KALJZYCS
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http://www.multiupload.com/EKUIA9RDA2
http://www.multiupload.com/3Y1FAIP8QI
PS: Thanks Zilvinho!!!!
Eliminatórias para a Copa do Mundo 1993: Bolívia x Brasil

Data (Date): 25-07-1993
Competição (Competition): Eliminatórias da Copa do Mundo (World Cup Qualifying)
Local (Place): Estádio Hernan Siles Zuazo
Cidade (City): La Paz (Bolívia/Bolivia)
Árbitro (Referee): Juan Escobar (Paraguai/Paraguay)
Bolívia (Bolivia): Trucco, Rimba, Quinteros, Sandy,
Borja - Cristaldo, Melgar, Baldivieso, Etcheverry -
Sánchez (Castillo), Ramallo (Peña)
Técnico (Coach): Xavier Francisco Azkargorta
Brasil (Brazil): Taffarel, Cafu, Válber,
Márcio Santos, Leonardo, Mauro Silva,
Luís Henrique (Jorginho), Raí (Palhinha),
Zinho, Bebeto, Müller.
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Narração: português
PS: Thanks Zilvinho!!!!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Eliminatórias para a Copa do Mundo 1993: Equador x Brasil

Data (Date): 18-07-1993
Competição (Competition): Eliminatórias da Copa do Mundo (World Cup Qualifying)
Local (Place): Estádio Monumental
Cidade (City): Guayaquil (Equador/Ecuador)
Árbitro (Referee): Juan Carlos Lostau (Argentina)
Equador (Ecuador): Espinoza, Coronel, Noriega,
Byron Tenorio, Capurro - Carabali (Ivan Hurtado),
Carcelén, Aguinaga, Máximo Tenorio - Chala
(Eduardo Hurtado), Muñoz
Técnico (Coach): Dusan Draskovic
Brasil (Brazil): Taffarel, Jorginho, Márcio Santos,
Válber, Branco, Mauro Silva, Luís Henrique (Dunga),
Zinho, Raí, Careca (Evair), Bebeto.
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Narração: português
domingo, 4 de dezembro de 2011
Copa América 1993: Brasil x Argentina

Data (Date): 27-06-1993
Competição (Competition): Copa América
Local (Place): Estádio Monumental
Cidade (City): Guayaquil (Equador/Ecuador)
Árbitro (Referee): Alberto Tejada (Peru)
Brasil (Brazil): Zetti, Cafu, Antônio Carlos,
Válber, Roberto Carlos, Luisinho,
Marco Antônio Boiadeiro, Palhinha (Marquinhos),
Zinho, Edmundo (Almir), Müller.
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Argentina: Goycoechea, Fabián Basualdo,
Borelli, Ruggeri, Altamirano - José Basualdo
(Leonardo Rodriguez), Zapata, Simeone, Gorosito -
Medina Bello, Batistuta (Acosta).
Técnico (Coach): Alfio Basile
Narração: português
Finais da Taça Libertadores

Neste blog, estão publicados alguns do jogos finais da Libertadores da América. Embora faltem certas edições, sobretudo na década de 70, eis a lista do que já foi postado:
1962: Santos x Penarol
1963: Santos x Boca Juniors
1966: Peñarol x River Plate
1967: Racing x Nacional
1976: Cruzeiro x River Plate
1982: Peñarol x Cobreloa
1987: Peñarol x América
1996: River Plate x América
2000: Boca Jrs. x Palmeiras
2002: Olimpia x São Caetano
2003: Boca Juniors x Santos
Libertadores 1995: Atlético Nacional x Grêmio (2o jogo)

30/08/1995 - Quarta-feira
Local: Atanásio Girardot (Medellín-COL);
Árbitro: Salvador Imperatore (CHI);
Atlético Nacional: Higuita, Santa (Herrera),
Marulanda, Foronda e Mosquera; Serna, Gutiérrez,
Aléxis García e Arangó (Matamba); Aristizábal
e Angel. Técnico: Juan Jose Pelaez.
Grêmio: Danrlei, Arce, Rivarola, Adílson
(Luciano) e Roger; Dinho, Luiz Carlos Goiano,
Carlos Miguel e Arílson; Paulo Nunes (Alexandre)
e Jardel (Nildo). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Narração: português
Sócrates Brasileiro

Zico dribla Gentile, toca para Sócrates que se infiltrava pelo lado esquerdo da defesa italiana. O Doutor, sempre de cabeça em pé, carrega a bola sem perdê-la de controle. Na frente de Zoff, ele bate no canto esquerdo do grande goleiro italiano. Gol de empate do Brasil.
Certamente essa é uma das imagens mais marcantes da carreira desse grande jogador. O Brasil perdeu a Copa e Sócrates, que sempre fora marcado pela frieza com que tratava o mundo passional do futebol, também se emocionou. Talvez porque imaginasse que aquela equipe, mais do que um time, era um divertimento. Porque, como ele mesmo dizia, o jogo desempenhado por ele e seus companheiros produzia uma higiene mental, divertia as pessoas.
Esse é o resumo do Sócrates-jogador para mim, um artista. Mas, além disso, essa opinião deixa entrever as pegadas do Sócrates-ser-humano. Profundo, sempre buscando um sentido para o que fazia. Tentando entender-se e entender o seu entorno. Uma tarefa singular num meio em que as coisas sempre são tratadas de forma superficial, simplória. Esquecendo que os jogadores são pessoas que entretem outras pessoas. Sócrates adotou a contramão desta realidade. Contestou seu meio dentro e fora do campo. Dentro, sendo um jogador de grande refinamento, mas incapaz de se render aos chavões e ao comportamento padrão. Seus gols eram comemorados de forma tímida, como que apontando à platéia que, embora o êxtase do gol fosse incontestável, era apenas um gol e não a razão última de sua existência. Fora de campo, o Doutor contestava a realidade política de um país que ainda vivia sob o comando da ditadura militar. Contestava os grilhões da carreira de jogador, vivendo às voltas com dirigentes que lucravam com tudo e dividiam tão pouco. Convivendo com colegas robotizados, inertes, apáticos às suas próprias necessidades. Falar da Democracia Corintiana e da sua participação nas campanhas do Diretas Já é apenas apelar para clichês que todos já conhecem.
Hoje, no dia de sua morte, todos lamentam que ele não tenha sido mais cuidadoso consigo mesmo, mas assim como a frase que o define como jogador, o mesmo pode-se dizer do ser humano. Alguém escreveu: "Sócrates jamais se esforçou para ser um craque, ele apenas era". No mais, nos ficará a saudade de relembrá-lo como o incrível artista que foi, e a ausência do ser humano consciente de um país com tão poucos como ele...
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sábado, 3 de dezembro de 2011
Libertadores 2000: Boca Jrs. x Palmeiras (1a final)

14/06/2000 - Quarta-feira
Local: La Bombonera (Buenos Aires-ARG);
Público: 50.580;
Árbitro: Gustavo Mendez (URU);
BOCA JUNIORS: Córdoba, Ibarra, Bermudez,
Samuel e Arruabarrena; Traverso, Battaglia,
Riquelme e Gustavo Schelotto (La Paglia);
Gimenez (Palermo) e Barijho
(Guillermo Schelotto).
Técnico: Carlos Bianchi.
PALMEIRAS: Marcos, Neném, Argel,
Roque Júnior e Júnior; Rogério,
César Sampaio, Galeano e Alex
(Tiago); Euller (Asprilla) e Pena
(Marcelo Ramos).
Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Narração: espnhol
Copa América 1993: Brasil x Paraguai

Data (Date): 24-06-1993
Competição (Competition): Copa América
Local (Place): Estádio Alejandro Serrano Aguilar
Cidade (City): Cuenca (Equador/Ecuador)
Árbitro (Referee): Arturo Brízio (México/Mexico)
Brasil (Brazil): Zetti, Cafu, Antônio Carlos,
Válber, Roberto Carlos, César Sampaio,
Marco Antônio Boiadeiro (Luisinho), Palhinha,
(Edílson), Zinho, Edmundo, Müller.
Técnico (Coach): Carlos Alberto Parreira
Paraguai (Paraguay): Chilavert, Duarte, Ramirez,
Ayala, Suarez - Struway, Gamarra, Sotelo (Jara),
Monzón (Gonzalez) - Nuñes, Cabañas
Técnico (Coach): Alicio Solalinde
Narração: inglês
PS: Thanks Zilvinho!!!!
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Libertadores 1987: Peñarol x América de Cali (2o jogo)

28/10/1987 - Quarta-feira
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Público: 60.000; Árbitro: Ricardo Calábria (ARG);
PEÑAROL: Pereira, Rotti (Gonçalvez), Trasante, Domínguez e
Herrera; Perdomo, Vidal e Da Silva; Viera, Diego Aguírre e
Cabrera (Villar). Técnico: Oscar Tabárez.
AMÉRICA DE CÁLI: Falcioni, Valencia, Espinosa, Aponte e
Porras; Luna, Santín, Cabañas; Ortiz (Herrera),
Gareca e Battaglia. Técnico: Gabriel Ochoa Uribe.
Narração: espanhol
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Obs: Agradecimentos a Paulo do site futebolartevideo.com e twb22
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